Por muito tempo, a música foi guardada em rótulos universais: gênero, década, artista. A Syntax não desconsidera esses rótulos, apenas não permite que eles ocupem o centro de tudo. Uma estética nasce de uma sensação, não de uma ficha técnica: cada sugestão começa como uma perspectiva individual, genuinamente singular, e é a convergência com perspectivas alheias que revela o que pertence a ela.
Cada estética é representada por imagem (ou GIF), um nome, uma descrição curta e tags, sem nenhuma música atrelada a ela, ainda. Esse é o ponto de partida: a sua percepção da atmosfera nasce antes de qualquer perspectiva alheia.
3
sugestões genuínas por dia
5-20
ecos por estética, conforme o alcance
Você só vê a imagem e a descrição. Busca no catálogo do Spotify a música que aquilo te lembra e envia sua sugestão, única e irrevogável, não dá pra trocar depois.
A estética se revela: você vê as músicas consolidadas já sugeridas, o grau de afinidade de cada uma com a estética, e pode dar “eco” (também lembra) num peso mais leve que a sugestão genuína. Na tela de explorar, um no canto do card marca as estéticas que você já revelou pra si mesmo.
Uma música só é consolidada (aparece publicamente) quando sugestões genuínas de diferentes indivíduos convergem nela, sem que ninguém tenha combinado nada: um evento canônico. Antes disso, fica “incubando”, visível só para quem já a sugeriu.
No seu perfil, a Sintonia mostra o quanto suas sugestões genuínas historicamente convergem com o que a comunidade também sentiu: o quanto a sua percepção genuína costuma se encontrar na sensação coletiva. Não mede acerto, porque não existe sensação certa ou errada.
Algumas músicas têm mais de uma versão no Spotify (remaster, regravação, single e álbum), cada uma com seu próprio identificador, a convergência da Syntax é por faixa exata, não por nome. Se a busca trouxer mais de um resultado pra mesma música/artista, escolha sempre o primeiro da lista.
quer saber de onde veio a ideia e por que ela funciona assim? leia sobre a Syntax.